Todos nós temos objectivos. Uns maiores e mais importantes, outros mais pequenos e insignificantes. Mas não deixam de ser objectivos. Cada pessoa tem os seus, e podem ser diferentes porque nem todos gostamos do mesmo. Podem ser objectivos de trabalho, de escola, de ferias, de uma noite...ou de uma vida. Independente do tipo de objectivo, uma coisa é certa: nós lutamos por eles. Duas coisas podem acontecer: ou conseguimos o que queríamos ou a nossa luta é perdida e falhamos o objectivo.
Quando atingimos o objectivo, somos invadidos por um sentimento de satisfação, porque sabemos que o nosso esforço, muito ou pouco, foi recompensado. Sentimos-nos bem, ficamos felizes e ganhamos motivação para desafios futuros.
Agora vem a pior parte. Quando não conseguimos alcançar os nossos objectivos, a sensação é péssima. Sentimos que nos esforçá-mos tanto para uma coisa que afinal não conseguimos. Sentimos que toda a nossa luta foi em vão e que não nos valeu de nada. Ás vezes, pode ser uma luta não de dias, não de semana, não de meses, mas de anos, e tudo por água abaixo. É nesse momento que o mundo nos desaba aos pés. Vemos o nosso esforço e a nossa entrega, a escorrer-nos pelas mãos, como se nada tivesse valido a pena.
Por isso é que temos de entender que as coisas nem sempre são como nós queremos, que a vida não é sempre como nós pensamos. Mas temos de conseguir dar a volta por cima, há sempre solução.
A vida é um jogo que pode ser jogado de várias formas. A pior parte disto é que a vida ganha sempre, porque nós acabamos sempre por morrer. O que muda é a luta que nós damos ou não durante este jogo, e a forma como o vivemos. A escolha agora é vossa: ou deixam que a vida ganhe facilmente e desistem do jogo ou aceitam o desafio e, mesmo sabendo que vamos perder, dão luta enquanto cá estão, e vivem o melhor que conseguirem, durante o maior tempo possível.
Da minha parte, a vida pode esperar muita luta.
Casanova
segunda-feira, 13 de julho de 2009
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Eu vou estar aqui...
Lembras-te da carta que te escrevi...bem, não era para ser uma carta, era para ser um poema. Como acabei por te escrever a carta, dedico-te agora o poema. Antes de o escrever aqui, só quero que saibas que te adoro, e que ter-te conhecido foi maravilhoso, és única.
Quando tiveres problemas
E não tiveres com quem falar
Eu vou estar aqui
Quando tiveres triste
Com vontade de chorar
Eu vou estar aqui
Quando te sentires sozinha
Perdida e sem rumo
Eu vou estar aqui
Quando precisares de protecção
Eu vou ser o teu muro
Eu vou estar aqui
Quando estiveres nervosa
E precisares de te acalmar
Eu vou estar aqui
Quando tiveres um sonho
E o quiseres realizar
Eu vou estar aqui
Quando tiveres contente
E a precisar de um abraço
Eu vou estar aqui.
Quando precisares de alguma coisa
Lembra-te de mim
Porque eu não me vou embora
Eu…vou estar aqui, para ti.
Quando tiveres problemas
E não tiveres com quem falar
Eu vou estar aqui
Quando tiveres triste
Com vontade de chorar
Eu vou estar aqui
Quando te sentires sozinha
Perdida e sem rumo
Eu vou estar aqui
Quando precisares de protecção
Eu vou ser o teu muro
Eu vou estar aqui
Quando estiveres nervosa
E precisares de te acalmar
Eu vou estar aqui
Quando tiveres um sonho
E o quiseres realizar
Eu vou estar aqui
Quando tiveres contente
E a precisar de um abraço
Eu vou estar aqui.
Quando precisares de alguma coisa
Lembra-te de mim
Porque eu não me vou embora
Eu…vou estar aqui, para ti.
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