quinta-feira, 24 de junho de 2010

Palavras...para quê?

Apetece-me falar sobre…palavras. Afinal o que é uma palavra? Que diferença faz uma palavra? Que valor tem uma palavra?
Palavras para mim acabam por ser mesmo isso…palavras. Coisas que se usam e se articulam para transmitir um situação, mensagem ou para explicação de sentimentos. É pena é que o mundo esteja tão cheio de palavras vazias. Cheias de aparência mas vazias de conteúdo ou sentimento. Há palavras, frases que foram tão banalizadas ao ponto de serem trocas por rigorosamente nada.
Eu escolho sempre atentamente as minhas palavras, para nunca ser mal entendido, para nunca dizer nada que sinta e simplesmente não consigo entender como é que há pessoas que dizem palavras bonitas só porque fica bem dizê-las, mas meses depois dizem outras palavras ou têm outras atitudes completamente opostas ao que disseram. Como é que querem que depois eu acredite nas pessoas, no que elas dizem, no que aparentam ser. Sinceramente começo a ficar sem paciência para as palavras que as pessoas dizem porque tudo começa a soar falso. Nem consigo acreditar como é que é possível as pessoas dizerem hoje uma coisa e passado uma semana fazerem outra, tipo que respeito e credibilidade é que essas pessoas querem ter??
É por isso que se diz que palavras…leva-as o vento. Para mim mais vale começaram a provar o que dizem com atitudes para ganharam credibilidade porque a minha vontade é desconfiar de toda a gente.
Se não querem perder a credibilidade e se querem ganhar a confiança das pessoas, sejam sempre verdadeiros e escolham atentamente as vossas palavras para nunca dizerem coisas que não sentem. Porque é que isto vale a pena? Fácil: quando uma relação sofre um abalo a primeira coisa a que as pessoas se agarram são as palavras que foram ditas, se fores uma pessoa credível e de confiança que justificou as palavras com as atitudes então talvez essa relação ultrapasse a dificuldade. Mas se tu apenas “deitares” as palavras da boca para fora, então não vão acreditar em ti. Como alguns dizem “Ver para crer”, infelizmente.

Casanova

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