sexta-feira, 10 de abril de 2009

Padrões (pré)definidos...

No último casamento a que fui com a minha mãe, tivemos uma conversa daquelas que são sempre iguais de mãe com filho, sobre... raparigas. Acho que foi quando fomos à tarde, a casa. Ela disse que não tinha mal em namorar, em apaixonar-me, mas que tinha de ser uma rapariga decente. Tinha de puxar por mim e eu por ela, tinha de ser esperta, ter juízo. Bem...numerou uma série de características, que eu comecei a ver como um padrão. Era como se chegasse a um site de encontros e metesse lá que só queria ver perfis de mulheres loiras ou morenas, altas ou baixas, etc. Não que a minha mãe tenha feito por mal, mas cada rapariga que eu via, começava a ver se se encaixava no padrão. Algumas até lá chegavam perto, mas faltava uma coisa: aquela parte do eu também ter de gostar dela.
Agora TU? Tu não encaixas em nenhum padrão, porque tu própria és um padrão único, mais nenhuma é igual a ti. Não interessam mais padrões, apenas interessas tu. Tu não precisas de ter mais nenhuma característica porque eu gosto de ti, tal como tu és.

Casanova

Sem comentários: