Li isto há algum tempo na Internet:
"O amor é fudido! Mas gostei de fude-lo contigo."
A primeira coisa que fiz foi rir-me. Mas depois reflecti e de duas frases, de duas asneiras tirei duas conclusões: uma caracterização do que o amor pode ser e uma declaração. Porque o amor é algo que não é fácil, a primeira frase refere-se a isso. E depois o facto de uma pessoa dizer que ultrapassou essa barreira de dificuldade com outra, quer dizer que a ama, e isso é uma declaração espectacular. Por isso, considero que esta frase foi pensada num momento de grande inspiração, e independentemente da linguagem, o seu valor é único. Porque a inspiração exprime-se através de qualquer língua, pelas palavras que forem necessárias, e nem sempre se esprime com palavras bonitas e, por vezes, vazias. É por isso que só algumas pessoas têm a capacidade se abstrair ao ponto de ver para além das palavras que se utilizam, e perceber se realmente o que está escrito é vazio ou não. E quando digo vazio, falo no sentimento que o que foi escrito tem...ou não. E após ter pensado nisto tudo, cheguei à conclusão que aquelas duas frases, têm um sentimento implícito, e segundo me parece, não foram escritas à toa. Penso até que as palavras utilizadas reforçam esse sentimento. O facto de a linguagem utilizada ser pouco ortodoxa choca mais, e a emoção que cria nas pessoas é em maior escala.
Agora finalizo com...duas coisas: primeiro quero pedir desculpa se ofendi alguém ao por aquilo no meu blog. Em segundo quero dizer a essas pessoas que tenho pena delas, porque não conseguem entender que o que interessa não é o que é escrito ou como é escrito, mas o sentimento com que é escrito.
Até mais ver.
Casanova
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