Há uns tempos li uma história interessante. Uma daquelas que não nos contam quando somos pequeninos...hoje gostava de vos a contar a vocês (a quem ler isto).
É óbvio que não fui eu que a inventei (duvido que algum dia crie algo assim). É a história das rosas...
Dizem que para os romanos as rosas eram uma criação de Flora (deusa da primavera e das rosas). Quando uma das ninfas da deusa morreu, Flora transformou-a numa flor e pediu ajuda a outros deuses. Apólo deu a vida, Bacus o néctar, Pomona o fruto...e quando as abelhas foram atraídas pela flor, o cúpido atirou as suas flechas para espantá-las mas transformaram-se em espinhos. Assim o mito diz terem sido criadas as rosas.
Era assim que eu gostava de ser para alguém. Gostava de que quando morresse me transformasse numa rosa e pudesse ficar a seu lado...para sempre.
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
terça-feira, 25 de agosto de 2009
O título não interessa, o sentimento é que importa
Até tu apareceres
Os meus dias eram normais
Mas contigo
Passaram a ser surreais.
Porque tu fazes-me sorrir
Fazes-me feliz, fazes-me cantar
Fazes o meu coração abrir
De tanto rir, fazes-me chorar.
Se este sentimento fosse fogo
Eu estava a arder
Se isto fosse água
Eu estava a chover.
Gosto de te ter no meu coração
Não quero que vás embora
É isto que sente
Este rapaz que te adora.
Casanova
Os meus dias eram normais
Mas contigo
Passaram a ser surreais.
Porque tu fazes-me sorrir
Fazes-me feliz, fazes-me cantar
Fazes o meu coração abrir
De tanto rir, fazes-me chorar.
Se este sentimento fosse fogo
Eu estava a arder
Se isto fosse água
Eu estava a chover.
Gosto de te ter no meu coração
Não quero que vás embora
É isto que sente
Este rapaz que te adora.
Casanova
sábado, 15 de agosto de 2009
(continuação) vira o disco e toca o mesmo
Sinto-me um verdadeiro actor.
Quando estou sozinho, exteriorizo a raiva toda que está dentro de mim, mas à frente de quem quer que seja, estou em constante representação, em que a personagem é um adolescente de 16 anos que está de férias e aparenta felicidade.
Sozinho, penso em tudo e em todos, sinto a raiva toda com que ando a querer sair, e só me apetece agarrar em tudo o que parta e mandá-lo contra a parede, apetece-me pegar no telemóvel e no computador e mandá-los pela janela, apetece-me a mim próprio sair pela janela, ir em direcção às árvores e andar até me doerem as pernas e os pés, deixar para trás tudo e todos, e refugiar-me longe da confusão. À noite, dou voltas e voltas na cama, sem conseguir adormecer, e de manhã, acordo e adormeço, vezes sem conta, e entretenho-me a olhar para o telemóvel, a ver as horas passar. Agora, talvez entenda as pessoas que se cortam de propósito…a dor física atenua a psicológica.
Felizmente tenho um certo auto-domínio e mantenho uma certa lucidez, que me permitem não fazer nada do que escrevi em cima.
À frente das pessoas, a personagem tem um espírito diferente. Sorrio, tento manter a calma, tento fazer com que os outros se sintam bem. Tento não “rebentar” e descarregar em ninguém, porque não têm culpa, aliás, nem sei bem quem tem culpa disto. A única coisa que sei é que a minha vida estava a correr mais ao menos bem, e de um momento para o outro deixou de estar, e eu nem me apercebi disso, nem tive tempo para fazer o que quer que fosse para o impedir. Nestes últimos dias eu não caminho, eu não ando, simplesmente… vagueio.
Casanova
Quando estou sozinho, exteriorizo a raiva toda que está dentro de mim, mas à frente de quem quer que seja, estou em constante representação, em que a personagem é um adolescente de 16 anos que está de férias e aparenta felicidade.
Sozinho, penso em tudo e em todos, sinto a raiva toda com que ando a querer sair, e só me apetece agarrar em tudo o que parta e mandá-lo contra a parede, apetece-me pegar no telemóvel e no computador e mandá-los pela janela, apetece-me a mim próprio sair pela janela, ir em direcção às árvores e andar até me doerem as pernas e os pés, deixar para trás tudo e todos, e refugiar-me longe da confusão. À noite, dou voltas e voltas na cama, sem conseguir adormecer, e de manhã, acordo e adormeço, vezes sem conta, e entretenho-me a olhar para o telemóvel, a ver as horas passar. Agora, talvez entenda as pessoas que se cortam de propósito…a dor física atenua a psicológica.
Felizmente tenho um certo auto-domínio e mantenho uma certa lucidez, que me permitem não fazer nada do que escrevi em cima.
À frente das pessoas, a personagem tem um espírito diferente. Sorrio, tento manter a calma, tento fazer com que os outros se sintam bem. Tento não “rebentar” e descarregar em ninguém, porque não têm culpa, aliás, nem sei bem quem tem culpa disto. A única coisa que sei é que a minha vida estava a correr mais ao menos bem, e de um momento para o outro deixou de estar, e eu nem me apercebi disso, nem tive tempo para fazer o que quer que fosse para o impedir. Nestes últimos dias eu não caminho, eu não ando, simplesmente… vagueio.
Casanova
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
..............
Antes de mais, boa noite. Já há algum tempo que não passo por aqui. E se estou a passar agora, não é porque me sinto terrivelmente inspirado. Porque na verdade nem eu sei como me sinto. Um verão que até parecia que ia ser o melhor que os anteriores, esta a ser praticamente igual, apenas com alguns mudanças. Todos os planos que tinha feito, tudo aquilo em que tinha pensado e planeado fazer, quase nada ou mesmo nada foi feito. Não é que o verão já tenha acabado, mas uma boa parte já lá vai e o que não fiz até agora, dificilmente o farei. Com o factor agravante que se têm passado coisas mesmo estranhas na última semana. E depois para acabar, o facto de a minha vida estar em constante mudança de ritmo, de casa, de situação, etc, etc, etc.
Apesar de tudo já cheguei a algumas conclusões. A mais interessante de todas é: sou burro, por pensar. É estranho, mas completamente verdade e fácil de entender. Se não pensasse nas coisas, também não pensava em como elas podiam acontecer, logo não fazia planos, por isso não ficava desiludido quando as coisas não acontecessem como eu tinha planeado, logo não sofria. Por isso sofro, porque penso.
Estou num daqueles momentos em que a vida parece uma verdadeira treta, e não estou bem a ver como vou dar a volta a isso. Só quero paz, amor e que as mudanças acabem. Era tudo tão mais fácil se as coisas fossem sempre como nós queremos.
Por isso, se querem um conselho de um rapaz que está farto de pensar...não pensem nas coisas, deixem simplesmente as coisas desenrolarem-se como calhar. Tentem fazê-lo, já que eu não sou capaz.
Casanova
Apesar de tudo já cheguei a algumas conclusões. A mais interessante de todas é: sou burro, por pensar. É estranho, mas completamente verdade e fácil de entender. Se não pensasse nas coisas, também não pensava em como elas podiam acontecer, logo não fazia planos, por isso não ficava desiludido quando as coisas não acontecessem como eu tinha planeado, logo não sofria. Por isso sofro, porque penso.
Estou num daqueles momentos em que a vida parece uma verdadeira treta, e não estou bem a ver como vou dar a volta a isso. Só quero paz, amor e que as mudanças acabem. Era tudo tão mais fácil se as coisas fossem sempre como nós queremos.
Por isso, se querem um conselho de um rapaz que está farto de pensar...não pensem nas coisas, deixem simplesmente as coisas desenrolarem-se como calhar. Tentem fazê-lo, já que eu não sou capaz.
Casanova
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Objectvos
Todos nós temos objectivos. Uns maiores e mais importantes, outros mais pequenos e insignificantes. Mas não deixam de ser objectivos. Cada pessoa tem os seus, e podem ser diferentes porque nem todos gostamos do mesmo. Podem ser objectivos de trabalho, de escola, de ferias, de uma noite...ou de uma vida. Independente do tipo de objectivo, uma coisa é certa: nós lutamos por eles. Duas coisas podem acontecer: ou conseguimos o que queríamos ou a nossa luta é perdida e falhamos o objectivo.
Quando atingimos o objectivo, somos invadidos por um sentimento de satisfação, porque sabemos que o nosso esforço, muito ou pouco, foi recompensado. Sentimos-nos bem, ficamos felizes e ganhamos motivação para desafios futuros.
Agora vem a pior parte. Quando não conseguimos alcançar os nossos objectivos, a sensação é péssima. Sentimos que nos esforçá-mos tanto para uma coisa que afinal não conseguimos. Sentimos que toda a nossa luta foi em vão e que não nos valeu de nada. Ás vezes, pode ser uma luta não de dias, não de semana, não de meses, mas de anos, e tudo por água abaixo. É nesse momento que o mundo nos desaba aos pés. Vemos o nosso esforço e a nossa entrega, a escorrer-nos pelas mãos, como se nada tivesse valido a pena.
Por isso é que temos de entender que as coisas nem sempre são como nós queremos, que a vida não é sempre como nós pensamos. Mas temos de conseguir dar a volta por cima, há sempre solução.
A vida é um jogo que pode ser jogado de várias formas. A pior parte disto é que a vida ganha sempre, porque nós acabamos sempre por morrer. O que muda é a luta que nós damos ou não durante este jogo, e a forma como o vivemos. A escolha agora é vossa: ou deixam que a vida ganhe facilmente e desistem do jogo ou aceitam o desafio e, mesmo sabendo que vamos perder, dão luta enquanto cá estão, e vivem o melhor que conseguirem, durante o maior tempo possível.
Da minha parte, a vida pode esperar muita luta.
Casanova
Quando atingimos o objectivo, somos invadidos por um sentimento de satisfação, porque sabemos que o nosso esforço, muito ou pouco, foi recompensado. Sentimos-nos bem, ficamos felizes e ganhamos motivação para desafios futuros.
Agora vem a pior parte. Quando não conseguimos alcançar os nossos objectivos, a sensação é péssima. Sentimos que nos esforçá-mos tanto para uma coisa que afinal não conseguimos. Sentimos que toda a nossa luta foi em vão e que não nos valeu de nada. Ás vezes, pode ser uma luta não de dias, não de semana, não de meses, mas de anos, e tudo por água abaixo. É nesse momento que o mundo nos desaba aos pés. Vemos o nosso esforço e a nossa entrega, a escorrer-nos pelas mãos, como se nada tivesse valido a pena.
Por isso é que temos de entender que as coisas nem sempre são como nós queremos, que a vida não é sempre como nós pensamos. Mas temos de conseguir dar a volta por cima, há sempre solução.
A vida é um jogo que pode ser jogado de várias formas. A pior parte disto é que a vida ganha sempre, porque nós acabamos sempre por morrer. O que muda é a luta que nós damos ou não durante este jogo, e a forma como o vivemos. A escolha agora é vossa: ou deixam que a vida ganhe facilmente e desistem do jogo ou aceitam o desafio e, mesmo sabendo que vamos perder, dão luta enquanto cá estão, e vivem o melhor que conseguirem, durante o maior tempo possível.
Da minha parte, a vida pode esperar muita luta.
Casanova
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Eu vou estar aqui...
Lembras-te da carta que te escrevi...bem, não era para ser uma carta, era para ser um poema. Como acabei por te escrever a carta, dedico-te agora o poema. Antes de o escrever aqui, só quero que saibas que te adoro, e que ter-te conhecido foi maravilhoso, és única.
Quando tiveres problemas
E não tiveres com quem falar
Eu vou estar aqui
Quando tiveres triste
Com vontade de chorar
Eu vou estar aqui
Quando te sentires sozinha
Perdida e sem rumo
Eu vou estar aqui
Quando precisares de protecção
Eu vou ser o teu muro
Eu vou estar aqui
Quando estiveres nervosa
E precisares de te acalmar
Eu vou estar aqui
Quando tiveres um sonho
E o quiseres realizar
Eu vou estar aqui
Quando tiveres contente
E a precisar de um abraço
Eu vou estar aqui.
Quando precisares de alguma coisa
Lembra-te de mim
Porque eu não me vou embora
Eu…vou estar aqui, para ti.
Quando tiveres problemas
E não tiveres com quem falar
Eu vou estar aqui
Quando tiveres triste
Com vontade de chorar
Eu vou estar aqui
Quando te sentires sozinha
Perdida e sem rumo
Eu vou estar aqui
Quando precisares de protecção
Eu vou ser o teu muro
Eu vou estar aqui
Quando estiveres nervosa
E precisares de te acalmar
Eu vou estar aqui
Quando tiveres um sonho
E o quiseres realizar
Eu vou estar aqui
Quando tiveres contente
E a precisar de um abraço
Eu vou estar aqui.
Quando precisares de alguma coisa
Lembra-te de mim
Porque eu não me vou embora
Eu…vou estar aqui, para ti.
segunda-feira, 11 de maio de 2009
E depois de um dia maravilhoso....
O dia foi maravilhoso, adorei estar contigo. Aqui está tudo o que senti, num dia espectacular.
Depois dos nervos matinais
E das apresentações iniciais
Vieram os metros de mão dada
E a libertação da saudade acumulada
Vieram os teus lábios
A suavidade da tua mão
Vieram esses olhos lindos
E os teus beijos de paixão
Veio o carinho
O amor e tudo o que me dás
Veio o que só tu sabes dar
E tudo o restou ficou para trás.
Depois a tua vontade
De uma espera de 5 meses
Faço tudo o que queres
Porque tudo tu mereces.
A caminhada
Os beijos no elevador
Andar de mão dada
A ver as montras em redor.
Tantos metros andados
Só a pensar em ti
Eu não olhava a nada
Só a ti te vi.
Depois veio o jardim
Aquela relva suave
A nossa entrega
Um ao outro
Este nosso amor de verdade.
As confissões e as declarações
Tudo o que me disseste
São tudo boas razões
Razões para gostar de ti
Para lutar
Que o que temos não acabe
Que a distância não nos separe.
A chuva foi um pormenor
A volta para casa um tortura
O dia foi maravilhoso
A despedida como sempre
Foi dura
Os olhares inocentes
De quem não se quer separar
Mas o comboio para
E tu sais sem o desejar
Mas descansa
A nós, ninguém nos separa.
Andy eu amo-te!
Depois dos nervos matinais
E das apresentações iniciais
Vieram os metros de mão dada
E a libertação da saudade acumulada
Vieram os teus lábios
A suavidade da tua mão
Vieram esses olhos lindos
E os teus beijos de paixão
Veio o carinho
O amor e tudo o que me dás
Veio o que só tu sabes dar
E tudo o restou ficou para trás.
Depois a tua vontade
De uma espera de 5 meses
Faço tudo o que queres
Porque tudo tu mereces.
A caminhada
Os beijos no elevador
Andar de mão dada
A ver as montras em redor.
Tantos metros andados
Só a pensar em ti
Eu não olhava a nada
Só a ti te vi.
Depois veio o jardim
Aquela relva suave
A nossa entrega
Um ao outro
Este nosso amor de verdade.
As confissões e as declarações
Tudo o que me disseste
São tudo boas razões
Razões para gostar de ti
Para lutar
Que o que temos não acabe
Que a distância não nos separe.
A chuva foi um pormenor
A volta para casa um tortura
O dia foi maravilhoso
A despedida como sempre
Foi dura
Os olhares inocentes
De quem não se quer separar
Mas o comboio para
E tu sais sem o desejar
Mas descansa
A nós, ninguém nos separa.
Andy eu amo-te!
terça-feira, 28 de abril de 2009
Não preciso de pensar muito tempo
Para escrever o que escrevo
Nem preciso de inventar frases bonitas
Mas sem qualquer sentimento.
O que escrevo é sentido
Porque apenas escrevo o que sinto
Mas sinto-me perdido.
Perdido a cada passo que dou
Perdido em cada sitio onde estou
Perdido o que quer que esteja a fazer
Perdido só de pensar que te posso perder.
Faço as coisas sem pensar
Porque só penso em ti
Penso no que sinto
E no que sentes tu por mim.
Passo horas a filosofar
A questionar
Porque não posso estar ao pé de ti.
Mas respostas
Não me as dá a filosofia
Nem a música
Nem tu...
Nem mesmo a poesia.
Casanova
domingo, 26 de abril de 2009
Morte!!
Não, não se preocupem. Desta vez, não vou escrever nenhum poema, nem falar sobre amor. Vai ser algo diferente, algo....pior! Há já muito tempo que quero falar disto, mas não tinha coragem porque não queria assustar ninguém. Mas apetece-me assustar as pessoas hoje. Por isso, vou falar sobre: a morte. É verdade, a morte. Haverá alguma coisa mais interessante que a morte para falar? Porque a verdade é que não sabemos nada ou quase nada dela.
A morte está presente todos os dias nas nossas vidas. Desde a morte do nosso cão ou de um passarinho que encontramos no chão, até à ideia de nos deixarmos ficar na linha do comboio, à espera dele, e pensar que se ali ficarmos, todos os nossos problemas se acabam, cortando-os pela raiz. A ideia de morrer e tratar assim de todos os nosso problemas pode ser aliciante, depois de mais um dia cheio de problemas.
Ouvi dizer que o nosso corpo aguenta muitas dores, dores muito grandes mesmo, e que a morte é apenas uma dor, mas uma dor tão grande que o nosso corpo não aguenta. E também sei que as pessoas se suicidam, por já não aguentarem mais a dor que sentem por causa de desilusões, de dívidas, de amores. Ora, presumo que seja esta. então, a dor grande, que as pessoas que se suicidam sentem, e que não aguentam. Mas uma pessoa não se mata logo ao primeiro obstáculo. Mata-se só quando já não aguenta a dor, transportando essa dor durante algum tempo. Por isso, algumas pessoas morrem por dentro e mantém-se vivas fisicamente. A esses chamo carinhosamente de mortos-vivos.
Mesmo assim não consigo imaginar como é que uma pessoa, consegue subir para uma ponte e, simplesmente, atirar-se dela; ou apontar uma pistola à cabeça e disparar; ou agarrar numa faca e espetá-la na barriga. Por incrível que pareça, eu admiro a coragem dessas pessoas. São poucos os que têm a coragem de se mandar para um lago e afogarem-se.
Espero que não esteja na tua lista de próximas coisas a fazer, o suicídio.
Nunca se esqueçam, que no suicídio ou em qualquer outra coisa na vida, há sempre outra saída, outro caminho, outra forma de fazer as coisas. Nunca temos só uma hipótese. O importante é que nunca desistam de encontrar essa outra saída, acreditando sempre que, no fim, o esforço valerá a pena. Ninguém está sozinho no mundo, TU não és excepção.
Casanova
domingo, 19 de abril de 2009
Quero-te tanto
Já não sei que mais fazer
O tempo não passa
E eu já farto de sofrer
Farto de ter de esperar
Para te voltar a ver
Para te voltar a abraçar
Para voltar a cheirar
Esse teu perfume
Esse cheiro inconfundível
Fico sempre com ele
Depois de mais uma noite inesquecível
E quando chego a casa
Deito-me na cama a pensar
"Porque passou o tempo
Porque raio não o fiz parar"
Eu não queria vir embora
Eu não te queria largar
Só queria olhar-te nos olhos
E sentir que me adoras
Poder ficar a ver
Esse olhar com que me devoras
Não imaginas quanto custa
Ver a tua cara de saudade
Saber que está na hora
Mas acreditar que não é verdade
É bom
Mas causa dor
É mesmo assim
É o ...
Já não sei que mais fazer
O tempo não passa
E eu já farto de sofrer
Farto de ter de esperar
Para te voltar a ver
Para te voltar a abraçar
Para voltar a cheirar
Esse teu perfume
Esse cheiro inconfundível
Fico sempre com ele
Depois de mais uma noite inesquecível
E quando chego a casa
Deito-me na cama a pensar
"Porque passou o tempo
Porque raio não o fiz parar"
Eu não queria vir embora
Eu não te queria largar
Só queria olhar-te nos olhos
E sentir que me adoras
Poder ficar a ver
Esse olhar com que me devoras
Não imaginas quanto custa
Ver a tua cara de saudade
Saber que está na hora
Mas acreditar que não é verdade
É bom
Mas causa dor
É mesmo assim
É o ...
terça-feira, 14 de abril de 2009
Gostava de te dizer
1001 palavras
Mas seriam apenas palavras.
Palavras que não contam nada
Por serem apenas isso:
Palavras.
Gostava de fazer
1001 coisas
Para te provar
Que o que digo é verdadeiro
Mas não estou ao pé de ti
Nem estás tu aqui
Não te posso mostrar
Que nem tudo é falsidade
Que nem tudo é mentira
Que existe verdade.
Há sentimentos verdadeiros
A boca mente
Mas os olhos são derradeiros
Possuidores da clareza
O espelho do coração
Olhos nos olhos
Te digo com certeza
Que gosto de ti.
Como não posso
Nada provar
Entrego-me à poesia
Porque sem ela
A minha vida também não seria
Assim como é
Era pior
Apesar de não ser tudo como eu queria.
1001 palavras
Mas seriam apenas palavras.
Palavras que não contam nada
Por serem apenas isso:
Palavras.
Gostava de fazer
1001 coisas
Para te provar
Que o que digo é verdadeiro
Mas não estou ao pé de ti
Nem estás tu aqui
Não te posso mostrar
Que nem tudo é falsidade
Que nem tudo é mentira
Que existe verdade.
Há sentimentos verdadeiros
A boca mente
Mas os olhos são derradeiros
Possuidores da clareza
O espelho do coração
Olhos nos olhos
Te digo com certeza
Que gosto de ti.
Como não posso
Nada provar
Entrego-me à poesia
Porque sem ela
A minha vida também não seria
Assim como é
Era pior
Apesar de não ser tudo como eu queria.
sexta-feira, 10 de abril de 2009
Padrões (pré)definidos...
No último casamento a que fui com a minha mãe, tivemos uma conversa daquelas que são sempre iguais de mãe com filho, sobre... raparigas. Acho que foi quando fomos à tarde, a casa. Ela disse que não tinha mal em namorar, em apaixonar-me, mas que tinha de ser uma rapariga decente. Tinha de puxar por mim e eu por ela, tinha de ser esperta, ter juízo. Bem...numerou uma série de características, que eu comecei a ver como um padrão. Era como se chegasse a um site de encontros e metesse lá que só queria ver perfis de mulheres loiras ou morenas, altas ou baixas, etc. Não que a minha mãe tenha feito por mal, mas cada rapariga que eu via, começava a ver se se encaixava no padrão. Algumas até lá chegavam perto, mas faltava uma coisa: aquela parte do eu também ter de gostar dela.
Agora TU? Tu não encaixas em nenhum padrão, porque tu própria és um padrão único, mais nenhuma é igual a ti. Não interessam mais padrões, apenas interessas tu. Tu não precisas de ter mais nenhuma característica porque eu gosto de ti, tal como tu és.
Casanova
Agora TU? Tu não encaixas em nenhum padrão, porque tu própria és um padrão único, mais nenhuma é igual a ti. Não interessam mais padrões, apenas interessas tu. Tu não precisas de ter mais nenhuma característica porque eu gosto de ti, tal como tu és.
Casanova
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Mais vale...
Já passava da uma da manhã, quando me veio um frase à cabeça que eu já não me lembrava à muito: "Mais vale arrependeres-te de teres feito uma coisa, do que arrependeres-te da não teres feito." Não vos vou dizer onde a li, porque perdia o significado todo.
Não conseguia adormecer a pensar nesta frase, porque eu estava a sentir aquilo, eu estava-me a sentir...arrependido. Não por ter feito alguma coisa, mas precisamente, por não a ter feito. Não sei se já passaram por isto, mas a sensação de sentirmos que perdemos uma oportunidade de termos feito alguma coisa, é terrível. E eu ontem tive tantas, mas tantas oportunidades, e...simplesmente não fui capaz. Até um cego via o que estava a minha frente, e eu simplesmente...não consegui. E enquanto nós sabemos que ainda temos oportunidade, estamos bem, mas quando estamos já a ver que as oportunidades acabaram, e que pior, não sabes quando voltarás a ter outra oportunidade, bem, digo-vos é horrível.
Eu já estive nas duas situações, na de me arrepender de ter feito alguma coisa, e na de me arrepender por não ter feito alguma coisa. E digo-vos que, claramente, a segunda é pior. Porque quando nós fazemos alguma coisa de que nos arrependemos, podemos dizer: "Bem, se fosse agora não o tinha feito, mas se não o fizesse também não saberia se tinha resultado ou não." Agora quando nós nos arrependemos de não termos feito alguma coisa é isto que pensamos: "E se eu o tivesse feito? As tantas tinha resultado. Mas porque é que não o fiz?" E asseguro-vos, que esta dúvida, é dolorosa.
A rejeição é certa, e só os que têm coragem de tentar, é que por vezes, conseguem o sim.
Por isso, por mais medo que tenham de ouvir um não, de estaladas, de berros, de chorar, de sofrer, tentam sempre, arrisquem SEMPRE.
Porque mais vale arrependerem-se de terem feito alguma coisa, do que se arrependerem de não a ter feito.
Casanova
Não conseguia adormecer a pensar nesta frase, porque eu estava a sentir aquilo, eu estava-me a sentir...arrependido. Não por ter feito alguma coisa, mas precisamente, por não a ter feito. Não sei se já passaram por isto, mas a sensação de sentirmos que perdemos uma oportunidade de termos feito alguma coisa, é terrível. E eu ontem tive tantas, mas tantas oportunidades, e...simplesmente não fui capaz. Até um cego via o que estava a minha frente, e eu simplesmente...não consegui. E enquanto nós sabemos que ainda temos oportunidade, estamos bem, mas quando estamos já a ver que as oportunidades acabaram, e que pior, não sabes quando voltarás a ter outra oportunidade, bem, digo-vos é horrível.
Eu já estive nas duas situações, na de me arrepender de ter feito alguma coisa, e na de me arrepender por não ter feito alguma coisa. E digo-vos que, claramente, a segunda é pior. Porque quando nós fazemos alguma coisa de que nos arrependemos, podemos dizer: "Bem, se fosse agora não o tinha feito, mas se não o fizesse também não saberia se tinha resultado ou não." Agora quando nós nos arrependemos de não termos feito alguma coisa é isto que pensamos: "E se eu o tivesse feito? As tantas tinha resultado. Mas porque é que não o fiz?" E asseguro-vos, que esta dúvida, é dolorosa.
A rejeição é certa, e só os que têm coragem de tentar, é que por vezes, conseguem o sim.
Por isso, por mais medo que tenham de ouvir um não, de estaladas, de berros, de chorar, de sofrer, tentam sempre, arrisquem SEMPRE.
Porque mais vale arrependerem-se de terem feito alguma coisa, do que se arrependerem de não a ter feito.
Casanova
sábado, 4 de abril de 2009
Há sempre alguém...
Digo sempre
Que não gosto de relações
São só mensagens lindas
E brutas declarações.
Palavras vazias
Levadas pelo vento
Perdidas no ar
E sem qualquer sentimento.
Digo sempre
Que pessoas da minha idade
Não sabem o que é amar
Que eu próprio não sei o que é amar
Que esse amor é apenas ilusão
Que alguns maus momentos
Depressa levarão.
Mantenho
Ou pelo menos tento manter
Todas estas convicções
Mas tinha de aparecer alguém
Para me fazer duvidar
De certas conclusões.
Porque, porra,
Tu és linda.
Adoro ouvir-te falar
Horas sem parar.
Adoro quando me chateias
Adoro poder-te picar
Adoro poder-te tocar
Adoro ver-te sorrir
Adoro quando me mexes no cabelo
Adoro apanhar-te a mentir.
Não que nunca me tenha acontecido
Mas o que mais me chateia
É que por dentro dou-me como vencido.
Vencido,
Numa batalha em que nem lutei
Enfeitiçaste-me com as tuas palavras
Até o teu ód** de est******
Eu adorei.
Não te amo,
Nem me apaixonei perdidamente
Só não posso voltar a dizer
Que me és indiferente.
Casanova
Que não gosto de relações
São só mensagens lindas
E brutas declarações.
Palavras vazias
Levadas pelo vento
Perdidas no ar
E sem qualquer sentimento.
Digo sempre
Que pessoas da minha idade
Não sabem o que é amar
Que eu próprio não sei o que é amar
Que esse amor é apenas ilusão
Que alguns maus momentos
Depressa levarão.
Mantenho
Ou pelo menos tento manter
Todas estas convicções
Mas tinha de aparecer alguém
Para me fazer duvidar
De certas conclusões.
Porque, porra,
Tu és linda.
Adoro ouvir-te falar
Horas sem parar.
Adoro quando me chateias
Adoro poder-te picar
Adoro poder-te tocar
Adoro ver-te sorrir
Adoro quando me mexes no cabelo
Adoro apanhar-te a mentir.
Não que nunca me tenha acontecido
Mas o que mais me chateia
É que por dentro dou-me como vencido.
Vencido,
Numa batalha em que nem lutei
Enfeitiçaste-me com as tuas palavras
Até o teu ód** de est******
Eu adorei.
Não te amo,
Nem me apaixonei perdidamente
Só não posso voltar a dizer
Que me és indiferente.
Casanova
sexta-feira, 3 de abril de 2009
Sentimento Implícito
Li isto há algum tempo na Internet:
"O amor é fudido! Mas gostei de fude-lo contigo."
A primeira coisa que fiz foi rir-me. Mas depois reflecti e de duas frases, de duas asneiras tirei duas conclusões: uma caracterização do que o amor pode ser e uma declaração. Porque o amor é algo que não é fácil, a primeira frase refere-se a isso. E depois o facto de uma pessoa dizer que ultrapassou essa barreira de dificuldade com outra, quer dizer que a ama, e isso é uma declaração espectacular. Por isso, considero que esta frase foi pensada num momento de grande inspiração, e independentemente da linguagem, o seu valor é único. Porque a inspiração exprime-se através de qualquer língua, pelas palavras que forem necessárias, e nem sempre se esprime com palavras bonitas e, por vezes, vazias. É por isso que só algumas pessoas têm a capacidade se abstrair ao ponto de ver para além das palavras que se utilizam, e perceber se realmente o que está escrito é vazio ou não. E quando digo vazio, falo no sentimento que o que foi escrito tem...ou não. E após ter pensado nisto tudo, cheguei à conclusão que aquelas duas frases, têm um sentimento implícito, e segundo me parece, não foram escritas à toa. Penso até que as palavras utilizadas reforçam esse sentimento. O facto de a linguagem utilizada ser pouco ortodoxa choca mais, e a emoção que cria nas pessoas é em maior escala.
Agora finalizo com...duas coisas: primeiro quero pedir desculpa se ofendi alguém ao por aquilo no meu blog. Em segundo quero dizer a essas pessoas que tenho pena delas, porque não conseguem entender que o que interessa não é o que é escrito ou como é escrito, mas o sentimento com que é escrito.
Até mais ver.
Casanova
"O amor é fudido! Mas gostei de fude-lo contigo."
A primeira coisa que fiz foi rir-me. Mas depois reflecti e de duas frases, de duas asneiras tirei duas conclusões: uma caracterização do que o amor pode ser e uma declaração. Porque o amor é algo que não é fácil, a primeira frase refere-se a isso. E depois o facto de uma pessoa dizer que ultrapassou essa barreira de dificuldade com outra, quer dizer que a ama, e isso é uma declaração espectacular. Por isso, considero que esta frase foi pensada num momento de grande inspiração, e independentemente da linguagem, o seu valor é único. Porque a inspiração exprime-se através de qualquer língua, pelas palavras que forem necessárias, e nem sempre se esprime com palavras bonitas e, por vezes, vazias. É por isso que só algumas pessoas têm a capacidade se abstrair ao ponto de ver para além das palavras que se utilizam, e perceber se realmente o que está escrito é vazio ou não. E quando digo vazio, falo no sentimento que o que foi escrito tem...ou não. E após ter pensado nisto tudo, cheguei à conclusão que aquelas duas frases, têm um sentimento implícito, e segundo me parece, não foram escritas à toa. Penso até que as palavras utilizadas reforçam esse sentimento. O facto de a linguagem utilizada ser pouco ortodoxa choca mais, e a emoção que cria nas pessoas é em maior escala.
Agora finalizo com...duas coisas: primeiro quero pedir desculpa se ofendi alguém ao por aquilo no meu blog. Em segundo quero dizer a essas pessoas que tenho pena delas, porque não conseguem entender que o que interessa não é o que é escrito ou como é escrito, mas o sentimento com que é escrito.
Até mais ver.
Casanova
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Bem...já lá vão mais de 2 meses sem escrever uma única letra aqui no blog. É muito tempo...peço desculpa desde já, não tenho sido fiel a quem já perdeu algum tempo a ler o que escrevi, mas é difícil de escrever quando não há tema que me suscite interesse. Felizmente, que voltei a ter tema de conversa e aviso desde já que isto vai ser longo, por isso, se não estiverem com tempo, se não estiverem com paciência ou se estiverem com sono, tentem mais tarde. O tema é já agora apresentado: o convívio fraterno 1091. Para quem não sabe o que é, não pensei que vou explicar, perceberam porquê mais à frente.
Tudo começou à cerca de um mês, quando o pe.Figueiró me convidou para um convivo que ia haver no seminário, durante o fim-de-semana do Carnaval, ao qual a minha resposta foi "vou pensar". Na verdade estava a dizer não de uma forma simpática, porque sinceramente não me estava a ver a passar 3 dias numa casa que já conhecia bem, sem ter amigos nenhuns.
A faltar 3 dias para o encontro, encontrei-me com um colega meu, o Américo. Conversa para aqui, conversa para ali, coincidência, ele ia ao convívio. Eu todo contente disse-lhe que ia ligar ao pe.Figueiró para ver se podia ir, e assim, tínhamos um fim-de-semana de festa, sem ninguém a chatear. Até iam miúdas, por isso, era perfeito. Felizmente que ainda pude ir e liguei logo ao Américo.
Vamos avançar mais um bocadito, até sexta-feira. Essa sexta-feira foi um dia fixe, uma vez que não tive aulas à tarde e era o dia em que ia para o convívio. Liguei ao Américo as 8 horas da noite, para combinar-mos as coisas pois o meu padastro ia-nos levar aos dois. Estive à conversa com ele até a minha mãe chegar e aproximava-se o momento. Estávamos ambos ansiosos. Saí de casa e apanhei o Américo em Alpedrinha, rumo ao Fundão.
Chegados ao Fundão, entramos e fomos recebidos por duas meninas, uma sei que era a Andréa a outra peço desculpa, já não me lembro. Simpáticas e tal, levaram-nos à camarata. Foi aí que nos disseram que as raparigas eram o dobro dos rapazes, e nós todos contentes. Não vos vou dizer o que fizemos nesse dia à noite, aliás, não vos vou dizer especificamente nada do que fiz naqueles 3 dias, vou apenas contar o necessário, porque no convívio, nunca nos disseram nada do que íamos fazer a seguir, e a sensação de não termos de pensar no "a seguir" é muito boa. Na primeira noite, quiseram festa e não me deixaram dormir, acho que nessa noite dormi só 3 horas, havendo mesmo quem dormisse só meia hora. No dia seguinte, como é óbvio, andávamos todos a cair de sono. O primeiro dia confesso, foi uma tremenda seca, pelas razões que nós, convivas, sabemos. Na segunda noite como é óbvio todos dormi-mos bem. O segundo dia mudou completamente o esquema, com aquilo que ouvimos. Posso dizer que cheguei ao convívio com muitas dúvidas, mas algumas foram dissipadas devido a essa gravação. Aliás, vi muita coisa depois disso, vi pessoas chorar, pessoas sofrer, eu próprio sofri ao ver essas pessoas chorar. Vi pessoas que cá foram são os maiores e os mais fortes, chorar bastante, mas digo-vos que isso só me trouxe orgulho de vós próprios pois, ao contrário do que se pensa, chorar é uma coisa difícil e só os mais fortes o conseguem fazer. Sirvo-me de uma letra de uma canção do Pedro Brunhosa: "Que um homem também chora quando assim tem que ser", é bem verdade. A partir desse segundo dia percebi que não estava ali para a festa mas para pensar sobre algo que me interrogo todos os dias, mas que não encontro respostas, ali...eu encontrei o caminho para essas respostas. O terceiro dia foi o pior, não em termos do que se passou lá, mas porque sabia que era o último. Faltavam 4 horas para eu me vir embora, isto porque eu saí mais cedo que os outros, e já eu sentia falta daquilo, já eu sofria por deixar para trás 3 dias maravilhosos, cheios de emoções e de divertimento. Não vos consigo explicar o que sentia naquele momento, só sei que era mau. Esqueci-me de referir uma coisa, as figuras tristes que fiz no teatro, mas é assim que eu gosto de ser: fazer tudo para que os outros se riam e se divirtam, nem que isso implique vestir-me de....mulher. Isto tudo, sou apenas eu a tentar descrever o que senti dentro daquela casa, aqueles 3 dias, mas nunca vou ser capaz de explicar verdadeiramente, só quem vive percebe.
Agora vai começar uma parte chata, a dos agradecimentos. Isto é, se alguém chegou até esta parte porque duvido, acredito que não seja fácil. Quero agradecer á Marília, é uma excelente pessoa e está muito bem á frente do convívio, quero agradecer à Sofia por ter falado comigo e ter aturada todas a minhas questões, quero agradecer ao André, por ter falado comigo, por ter ajudado a pensar. Quero agradecer ao Zé Sério que apesar do nome é uma pessoa muito divertida e engraçada. Quero agradecer à Célia e á Andréa por serem tão simpáticas. Agradeço ao Luís Pardal pelos momentos de diversão e principalmente á Merces, uma pessoa fantástica mesmo e que nos ilumina e contagia com a sua felicidade. Quero agradecer á Teresa pelo seu testemunho, foi o que mais gostei. A força e a revolta, o sentimento que puseste nos testemunho é de louvar, e eu admiro-te por isso, um dia gostava de fazer uma coisa assim. Quero agradecer à Arlete por ser tão simpática e apesar de não termos falado, adorava o pormenor de me cumprimentares sempre que passavas por mim. Quero agradecer à minha equipa por ter aturado tão bem as minhas dúvidas. Agradeço também á Daniela, á Carla, á Vânia, á Filipa, á Vanessa, ao David, á Maria Faia, á Conceição, à Andy, á Juliana, à Mariana, ao Miguel, ao Bine (acho que é assim), ao Barata e a "Princesaaa" e a tantas outras pessoas por me terem feito rir e me terem divertido, essas pessoas nunca as esquecerei. Quero agradecer à minha madrinha linda, por me ter escolhido e por ter sido tão simpatica comigo. Quero agradecer, e juro que estou a acabar, ao Américo, foi ele um dos culpados de eu ter ido, e a quem tenho o prazer de tratar por, irmão. Em último lugar, quero agradecer ao pe.Figueiró, pois se não fosse ele eu não poderia ter ido. Como ele disse "Ainda me vão agradecer de joelhos!", pois bem, esta parte escrevi-a de joelhos. Já ,e estava a esquecer da Susana e do David, que faziam parte da organização e que nos encheram de música, obrigado pelos bons momentos e pelo empenho. Espero não me ter esquecido de ninguém, porque os amigos não são aqueles de quem me lembro agora, mas são aqueles de quem eu não pretendo esquecer-me nunca. Adoro-vos a todos sem excepções, sois o meu grupo, do convívio 1091. Podem crer que trocava a minha psp, o meu telemovel, o meu portatil, a minha net e as minhas horas de televisão durante um mês, para voltar a viver aqueles 3 dias, com vocês, mesmo sem saber para o que ia, com quem ia... e com a minha constipação.
Desde aurora procuro-Te
Chamo-Te até ao entardecer
Tenho sede só de Ti
Minha alma é como Terra deserta.
Não pararei um só instante
Sempre cantarei o Teu louvor
Porque és meus Deus, único bem
A noite não fará nada mais contra mim!
Casanova
Tudo começou à cerca de um mês, quando o pe.Figueiró me convidou para um convivo que ia haver no seminário, durante o fim-de-semana do Carnaval, ao qual a minha resposta foi "vou pensar". Na verdade estava a dizer não de uma forma simpática, porque sinceramente não me estava a ver a passar 3 dias numa casa que já conhecia bem, sem ter amigos nenhuns.
A faltar 3 dias para o encontro, encontrei-me com um colega meu, o Américo. Conversa para aqui, conversa para ali, coincidência, ele ia ao convívio. Eu todo contente disse-lhe que ia ligar ao pe.Figueiró para ver se podia ir, e assim, tínhamos um fim-de-semana de festa, sem ninguém a chatear. Até iam miúdas, por isso, era perfeito. Felizmente que ainda pude ir e liguei logo ao Américo.
Vamos avançar mais um bocadito, até sexta-feira. Essa sexta-feira foi um dia fixe, uma vez que não tive aulas à tarde e era o dia em que ia para o convívio. Liguei ao Américo as 8 horas da noite, para combinar-mos as coisas pois o meu padastro ia-nos levar aos dois. Estive à conversa com ele até a minha mãe chegar e aproximava-se o momento. Estávamos ambos ansiosos. Saí de casa e apanhei o Américo em Alpedrinha, rumo ao Fundão.
Chegados ao Fundão, entramos e fomos recebidos por duas meninas, uma sei que era a Andréa a outra peço desculpa, já não me lembro. Simpáticas e tal, levaram-nos à camarata. Foi aí que nos disseram que as raparigas eram o dobro dos rapazes, e nós todos contentes. Não vos vou dizer o que fizemos nesse dia à noite, aliás, não vos vou dizer especificamente nada do que fiz naqueles 3 dias, vou apenas contar o necessário, porque no convívio, nunca nos disseram nada do que íamos fazer a seguir, e a sensação de não termos de pensar no "a seguir" é muito boa. Na primeira noite, quiseram festa e não me deixaram dormir, acho que nessa noite dormi só 3 horas, havendo mesmo quem dormisse só meia hora. No dia seguinte, como é óbvio, andávamos todos a cair de sono. O primeiro dia confesso, foi uma tremenda seca, pelas razões que nós, convivas, sabemos. Na segunda noite como é óbvio todos dormi-mos bem. O segundo dia mudou completamente o esquema, com aquilo que ouvimos. Posso dizer que cheguei ao convívio com muitas dúvidas, mas algumas foram dissipadas devido a essa gravação. Aliás, vi muita coisa depois disso, vi pessoas chorar, pessoas sofrer, eu próprio sofri ao ver essas pessoas chorar. Vi pessoas que cá foram são os maiores e os mais fortes, chorar bastante, mas digo-vos que isso só me trouxe orgulho de vós próprios pois, ao contrário do que se pensa, chorar é uma coisa difícil e só os mais fortes o conseguem fazer. Sirvo-me de uma letra de uma canção do Pedro Brunhosa: "Que um homem também chora quando assim tem que ser", é bem verdade. A partir desse segundo dia percebi que não estava ali para a festa mas para pensar sobre algo que me interrogo todos os dias, mas que não encontro respostas, ali...eu encontrei o caminho para essas respostas. O terceiro dia foi o pior, não em termos do que se passou lá, mas porque sabia que era o último. Faltavam 4 horas para eu me vir embora, isto porque eu saí mais cedo que os outros, e já eu sentia falta daquilo, já eu sofria por deixar para trás 3 dias maravilhosos, cheios de emoções e de divertimento. Não vos consigo explicar o que sentia naquele momento, só sei que era mau. Esqueci-me de referir uma coisa, as figuras tristes que fiz no teatro, mas é assim que eu gosto de ser: fazer tudo para que os outros se riam e se divirtam, nem que isso implique vestir-me de....mulher. Isto tudo, sou apenas eu a tentar descrever o que senti dentro daquela casa, aqueles 3 dias, mas nunca vou ser capaz de explicar verdadeiramente, só quem vive percebe.
Agora vai começar uma parte chata, a dos agradecimentos. Isto é, se alguém chegou até esta parte porque duvido, acredito que não seja fácil. Quero agradecer á Marília, é uma excelente pessoa e está muito bem á frente do convívio, quero agradecer à Sofia por ter falado comigo e ter aturada todas a minhas questões, quero agradecer ao André, por ter falado comigo, por ter ajudado a pensar. Quero agradecer ao Zé Sério que apesar do nome é uma pessoa muito divertida e engraçada. Quero agradecer à Célia e á Andréa por serem tão simpáticas. Agradeço ao Luís Pardal pelos momentos de diversão e principalmente á Merces, uma pessoa fantástica mesmo e que nos ilumina e contagia com a sua felicidade. Quero agradecer á Teresa pelo seu testemunho, foi o que mais gostei. A força e a revolta, o sentimento que puseste nos testemunho é de louvar, e eu admiro-te por isso, um dia gostava de fazer uma coisa assim. Quero agradecer à Arlete por ser tão simpática e apesar de não termos falado, adorava o pormenor de me cumprimentares sempre que passavas por mim. Quero agradecer à minha equipa por ter aturado tão bem as minhas dúvidas. Agradeço também á Daniela, á Carla, á Vânia, á Filipa, á Vanessa, ao David, á Maria Faia, á Conceição, à Andy, á Juliana, à Mariana, ao Miguel, ao Bine (acho que é assim), ao Barata e a "Princesaaa" e a tantas outras pessoas por me terem feito rir e me terem divertido, essas pessoas nunca as esquecerei. Quero agradecer à minha madrinha linda, por me ter escolhido e por ter sido tão simpatica comigo. Quero agradecer, e juro que estou a acabar, ao Américo, foi ele um dos culpados de eu ter ido, e a quem tenho o prazer de tratar por, irmão. Em último lugar, quero agradecer ao pe.Figueiró, pois se não fosse ele eu não poderia ter ido. Como ele disse "Ainda me vão agradecer de joelhos!", pois bem, esta parte escrevi-a de joelhos. Já ,e estava a esquecer da Susana e do David, que faziam parte da organização e que nos encheram de música, obrigado pelos bons momentos e pelo empenho. Espero não me ter esquecido de ninguém, porque os amigos não são aqueles de quem me lembro agora, mas são aqueles de quem eu não pretendo esquecer-me nunca. Adoro-vos a todos sem excepções, sois o meu grupo, do convívio 1091. Podem crer que trocava a minha psp, o meu telemovel, o meu portatil, a minha net e as minhas horas de televisão durante um mês, para voltar a viver aqueles 3 dias, com vocês, mesmo sem saber para o que ia, com quem ia... e com a minha constipação.
Desde aurora procuro-Te
Chamo-Te até ao entardecer
Tenho sede só de Ti
Minha alma é como Terra deserta.
Não pararei um só instante
Sempre cantarei o Teu louvor
Porque és meus Deus, único bem
A noite não fará nada mais contra mim!
Casanova
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